<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035</id><updated>2011-04-21T19:01:30.747-07:00</updated><category term='Natureza'/><category term='Artesanato'/><category term='História'/><category term='Gastronomia'/><category term='Património'/><title type='text'>Cercal do Alentejo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-2071810812921943198</id><published>2008-06-08T14:42:00.001-07:00</published><updated>2008-06-08T14:44:33.495-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natureza'/><title type='text'>A NATUREZA CERCALENSE</title><content type='html'>A SERRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As serras do Cercal, que envolvem a vila, proporcionam ao visitante imagens de extrema beleza.&lt;br /&gt;Aqui se situa o ponto mais alto do município de Santiago do Cacém, a 346m de altitude.&lt;br /&gt;A subida ao cume, denominado serra da Guarita (devido ao marco geodésico ali existente) permitir-lhe-á desfrutar de quilómetros de paisagem, numa perspectiva que se estende das serras de S.Luís a todo o litoral, desde Vila Nova de Milfontes a Sines.&lt;br /&gt;A serra da Guarita está localizada a cerca de 3 km do Cercal, na Estrada Nacional 390, à saída para Milfontes.&lt;br /&gt;As elevações naturais são propícias à prática de parapente e paramotor, desportos em que se conjuga uma perspectiva sobre o azul das águas do Atlântico e o verde da serra.&lt;br /&gt;Os passeios de jipe, organizados pelo clube Serraventura atraem inúmeros participantes. (pôr link para o Clube)&lt;br /&gt;É igualmente nesta zona que se situa a chamada “Serra da Mina”, por aqui se encontrar a entrada para uma das minas do Cercal, já encerrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FLORESTA e VEGETAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A floresta do Cercal é constituída sobretudo por sobreiros, pinheiros, carvalhos e eucaliptos.&lt;br /&gt;A vegetação espontânea que cobre as encostas das serras apresenta uma biodiversidade multifacetada: predominam a esteva, a urze, o saragaço, a carvalhiça e o carrasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A freguesia do Cercal possui duas reservas turísticas para a prática da caça.&lt;br /&gt;A Herdade das Sesmarias e a Herdade da Fonte Sem Água oferecem aos amantes da modalidade a possibilidade de caçar lebres, coelhos, perdizes, codornizes, rolas e tordos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARRAGEM DE CAMPILHAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço privilegiado de lazer e contemplação da natureza, a barragem de Campilhas permite descobrir locais onde a acção do homem ainda se alia à harmonia da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A barragem foi construída em 1954, para aproveitamento de energia hidroeléctrica e irrigação dos vastos campos agrícolas adjacentes.&lt;br /&gt;Situa-se a 10 km da sede da freguesia.&lt;br /&gt;A albufeira possui um parque de merendas e permite a prática de pesca desportiva e de desportos náuticos não motorizados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-2071810812921943198?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/2071810812921943198/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=2071810812921943198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/2071810812921943198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/2071810812921943198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/natureza-cercalense.html' title='A NATUREZA CERCALENSE'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-8501073595160227925</id><published>2008-06-08T14:41:00.001-07:00</published><updated>2008-06-08T14:52:45.330-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Património'/><title type='text'>PATRIMÓNIO do CERCAL: Monumentos e Arquitectura Civil</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;ARQUITECTURA CIVIL&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/strong&gt;Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Casa dos Azulejos Verdes &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Ermida da Fonte Santa &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Chafarizes &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Ponte Romana &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Moinhos de Vento &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Vivenda S. Miguel &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Casas da rua Aldegalega e da “Rua Velha”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;MONUMENTOS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja matriz foi fundada na Idade Média, mas o templo dos nossos dias é fruto das grandes alterações sofridas no séc. XVIII e do restauro operado já no séc. XIX.&lt;br /&gt;Na fachada principal, pode observar-se a cruz da Ordem de Santiago e a alta torre sineira.&lt;br /&gt;No interior, de nave única de abóbada em berço, destacam-se os altares laterais com as suas imagens, o baptistério com revestimento de azulejos pombalinos e o retábulo de talha dourada do altar-mor, de estilo joanino tardio.&lt;br /&gt;As pinturas fingidas das paredes da nave, devem datar de 1888.&lt;br /&gt;Quanto à pintura do centro da abóboda de berço, que alude ao orago da igreja, foi executada em 1889 e é da autoria de Francisco Augusto Flamengo, pintor de Setúbal. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ermida da Fonte Santa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ermida da Fonte Santa possui uma fundação lendária, baseada no aparecimento da Virgem a uns pastorinhos que estavam cheios de sede e que por ela haviam chamado. A Virgem fez brotar água de uma pedra e nela deixou a sua pegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa-se que a actual Ermida só tenha sido construída depois de 1758, em estilo tardo-maneirista, de cariz rural e popular, com o orago dedicado a Nossa Senhora da Conceição.&lt;br /&gt;O local é palco das Festas da Bica Santa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vestígios arqueológicos recolhidos em escavações realizadas no séc.XIX permitem pensar que a a zona poderá ter sido ocupada já no Neolítico e, sem dúvida alguma, na Idade do Bronzee do Ferro e no Perído Romano.Tudo indica que os romanos já conhecessem as propriedades curativas destas águas.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ponte Romana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Julga-se que a chamada “ponte romana” do barranco do Burdo seja uma construção medieval.&lt;br /&gt;Simples, mas robusta, apresenta um único arco, formado por lajes de xisto, ligadas por argamassa, e um chão de lajes calcárias cintadas por um travamento vertical.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Moinhos de Vento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cercal foi, no passado, uma freguesia com elevado índice de produção de cereais. Associada à actividade agrícola, desenvolveu-se aqui uma actividade moageira, e terão existido, no passado, inúmeros moinhos de vento e de água, entretanto desaparecidos.&lt;br /&gt;Exemplos sobreviventes dessa arquitectura são o Moinho das Teimosas e os moinhos do Paneiro (situados no extremo norte da freguesia, , um dos quais dispõe de todos os elementos necessários para laborar, correspondendo à tipologia dos moinhos da freguesia (o chamado “moinho de torre mediterrânica”, com torre fixa, tronco-cónica, capelo giratório, mastro, roda de entrosa e carreto, entre outros).&lt;br /&gt;ARQUITECTURA CIVIL&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Casa dos Azulejos Verdes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De gosto burguês, citadino e requintado, foi construída em 1876, na actual rua Dr. Teófilo Braga. São dessa época as urnas vidradas da balaustrada e as duas imagens de cerâmica. No início do séc. XX foi revestida a azulejos Arte Nova, da Fábrica de Cerâmica de Sacavém, de cor verde garrafa, uns com motivos florais em relevo, outros lisos.Vivenda S. Miguel (casa do Dr. Macedo)&lt;br /&gt;Situado na rua Centenários da Independência, é um edifício típico da arquitectura dos anos quarenta do Estado Novo. É um exemplo de utilização de técnicas e materiais tradicionais da arquitectura portuguesa: azulejo figurativo a azul e branco, ferro forjado, muros de xisto tosco da região, alpendres e arcadas, com painéis de azulejo cujas legendas parecem retratar a vida do seu proprietário.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Casas da rua Aldegalega e da “Rua Velha”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nestas ruas (e adjacentes), sobreviveram até hoje algumas habitações térreas, de arquitectura popular.&lt;br /&gt;Foram construídas em taipa ou alvenaria, com telhados de duas águas, cobertos por telha de canudo, e fachadas quase cegas, cuja única abertura é apenas uma porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Chafarizes &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São conhecidos três chafarizes para abastecimento público da população. Actualmente, é possível encontrar dois deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chafariz da Rua da Aldegalega&lt;br /&gt;Exemplar da arquitectura de utilidade pública, datado de 1921, este chafariz reproduz com fidelidade a fachada de um edifício ou de um chafariz de grandes dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chafariz do “Largo da Praça” (actual Largo Augusto Fuschini).&lt;br /&gt;Construído em 1947, em pedra de cantaria, é uma peça despojada, mas de boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: “Gentes e Culturas- Freguesia do Cercal”, Abril de 2003,&lt;br /&gt;edição. Liga dos Amigos de Santo André&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-8501073595160227925?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/8501073595160227925/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=8501073595160227925' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/8501073595160227925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/8501073595160227925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/patrimnio-do-cercal-monumentos-e.html' title='PATRIMÓNIO do CERCAL: Monumentos e Arquitectura Civil'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-5310800212520053616</id><published>2008-06-08T14:39:00.000-07:00</published><updated>2008-06-08T14:41:04.901-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>CERCAL – UM POUCO DE HISTÓRIA</title><content type='html'>DATAS-CHAVE&lt;br /&gt;CURIOSIDADES URBANAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATAS-CHAVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1274 – Primeiro documento que faz referência ao Cercal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1486 –inclusão da freguesia no concelho de Milfontes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1836 – Elevação a sede de concelho.&lt;br /&gt;1942 – Concessão da categoria de vila.&lt;br /&gt;1855 - Extinção do Concelho do Cercal e integração no concelho de Odemira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1991 – Elevação à categoria de vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O topónimo Cercal parece derivar da palavra “quercu”, que significa “carvalho”, facto justificável pela abundância desta árvore, em épocas anteriores,  nesta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A permanência humana no actual território da freguesia do Cercal é antiga, e dela são testemunho objectos e vestígios de povos pré-históricos e do período romano e muçulmano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É datado de 1274 o primeiro documento que faz referência ao Cercal.&lt;br /&gt;Após o fim do domínio árabe, por volta de 1235, o sul do Alentejo, assim como toda a faixa atlântica entre Tejo e Mira, tornam-se pertença da Ordem de Santiago de Espada, instituição religiosa e militar que desempenhara importante papel na reconquista destes territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do séc. XV, o Cercal integrava o concelho de Sines, e era ainda comenda da Ordem de Santiago. Aqui viviam cerca de 20 lavradores, que ocupavam e cultivavam extensas porções de terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a fundação de uma “vila nova” no sítio de Milfontes, em 1486,  o Cercal é incluído nesse novo concelho e, embora seja económica e demograficamente mais importante do que a própria sede concelhia, fica numa posição subalterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos séculos seguintes, a evolução do Cercal continuará a ser superior à da sede de concelho, sobretudo porque possui:&lt;br /&gt;-         melhores terras de cultivo;&lt;br /&gt;-         um clima favorável às culturas;&lt;br /&gt;-         um nó de ligações rodoviárias;&lt;br /&gt;-         uma maior segurança relativamente aos perigos vindos do mar. &lt;br /&gt;-         um domínio sobre o vale fértil (irrigado pelo ribeiro que vem da Bica Santa, recebe a água da Mandorelha e desagua na ribeira de Campilhas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURIOSIDADES URBANAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-          “aldeia velha” e “aldeia nova”;&lt;br /&gt;-          o Largo da Praça&lt;br /&gt;-          a Feira de S. Pedro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No séc. XVIII, há referências à existência de “uma aldeia velha” e uma “aldeia nova”; julga-se, por isso, que haveria dois núcleos populacionais distintos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “aldeia velha” situava-se junto à igreja.&lt;br /&gt;Teve fraca expansão nos sécs. XV a XVIII, e a seu nascente surgiu a “aldeia nova”.&lt;br /&gt;Só a partir da segunda metade do séc. XVIII a “aldeia velha” cresce de modo significativo, passando na realidade a ter um aspecto mais novo do que a própria “aldeia nova”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “aldeia nova” é hoje a zona a que se acede pela chamada Rua Velha (Rua Sebastião Sobral Figueira), que em tempos também foi chamada “Rua da Aldeia Velha”.&lt;br /&gt;Na “aldeia nova” viveria a maior parte da população da aldeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No séc. XIX, as alterações na divisão administrativa do território nacional e uma vontade reformista tiveram os seus efeitos no concelho de Milfontes, cuja elite era maioritariamente cercalense.&lt;br /&gt;O Cercal tornou-se o centro das decisões administrativas e judiciais, uma vez que a maioria dos notáveis do concelho já aqui residia e aqui exercia as suas funções.&lt;br /&gt;Em 1834, a câmara, constituída maioritariamente por moradores do Cercal, aprovou e enviou à câmara dos deputados uma representação que solicitava para o Cercal a  condição de cabeça de concelho, para que se pudessem efectuar actos de vereação e audiências nesta aldeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos a favor da condição de cabeça de concelho eram pertinentes:&lt;br /&gt;-         O Cercal, com os seus 414 fogos, tinha muito mais habitantes do que os dos 109 fogos milfontenses;&lt;br /&gt;-         Era mais central na geografia do concelho;&lt;br /&gt;-         Tinha mais gente capaz para os empregos da administração municipal;&lt;br /&gt;-         A própria igreja paroquial, onde tinha lugar a reunião eleitoral dos cidadãos, oferecia mais comodidade;&lt;br /&gt;-         No Cercal residiam, havia mais de um século, as pessoas que compunham as justiças e ali se praticavam todos os actos judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1836 – Elevação do Cercal a sede de concelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei de 6 de Novembro de 1836 eleva Cercal a cabeça de concelho.&lt;br /&gt;O concelho de Vila Nova de Milfontes ou Cercal (como se designou frequentemente) arrebatou também a freguesia de S.Luís, embora por poucos meses, já que os seus habitantes se insurgiram e obtiveram a anulação da transferência, voltando a pertencer ao concelho de Odemira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de sede concelhia, o Cercal continuava a ser uma simples aldeia, tendo as restantes freguesias (Milfontes e Colos) título de vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1942 – Concessão da categoria de vila&lt;br /&gt;Em 9 de Fevereiro de 1842 a câmara recebe despacho favorável para o pedido de concessão da categoria de vila, mas nunca chega a sê-lo, realmente,  por falta de dinheiro para pagar o alvará, embora tivesse passado a usar o título de vila, nos actos escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alvará custava 100 mil réis (para pagamento dos “direitos de encarte de Vila Nova do Cercal”) mas o município debatia-se com dificuldades económicas e nunca conseguiu reunir esta quantia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando passa a sede de concelho, o Cercal depara-se com a falta de uma casa da câmara.&lt;br /&gt;Em 1852 decide-se a construção de um edifício municipal novo, com a respectiva cadeia, no Largo de S. Pedro (hoje Largo Augusto Fuschini – o “Largo da Praça”).&lt;br /&gt;Apesar das dificuldades económicas, as obras iam em fase avançada, quando o concelho é extinto, em 1855.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Largo da Praça, onde existia uma ermida dedicada a S.Pedro, já antes desempenhava o papel de “praça”: ali se situavam as instalações da câmara e ali se terá realizado, inicialmente, a Feira de S.Pedro, criada em 1736.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o concelho é suprimido, em 1855 , as dificuldades económicas persistiam e as pretensões de Odemira, que pretendia anexá-lo ao seu território, eram cada vez mais fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1855 - Extinção do Concelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concelho será extinto, por decreto de 26 de Outubro de 1855, sem que o pagamento do alvará de elevação a vila tivesse sido efectuado, pelo que o Cercal nunca chegou a ser vila, e o título usado foi depressa esquecido.&lt;br /&gt;É o Governo Civil de Beja quem propõe a extinção do concelho, por não ter pessoal suficiente para os cargos municipais, administrativos e judiciais.&lt;br /&gt;O julgado do Cercal passa a integrar a comarca de Odemira, e todas as freguesias do concelho são absorvidas por Odemira, a grande ganhadora desta decisão, debilmente contestada pelos cercalenses.&lt;br /&gt;Em 1873 o julgado do Cercal passa para a comarca de Santiago. Com esta oportunidade, os eleitores do Cercal solicitam, através de um abaixo-assinado datado de 1875, a passagem da freguesia para Santiago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX o Cercal mantém assinalável plano económico, inclusive com influência funcional na área das suas antigas freguesias (de que é exemplo a feira de S. Pedro), mas nunca conseguiu recuperar o seu estatuto de concelho, soçobrando entre os dois “gigantes” (Odemira e Santiago).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: “Gentes e Culturas – Freguesia do Cercal do Alentejo”, ed. LASA  (adaptado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-5310800212520053616?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/5310800212520053616/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=5310800212520053616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/5310800212520053616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/5310800212520053616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/cercal-um-pouco-de-histria.html' title='CERCAL – UM POUCO DE HISTÓRIA'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-7368594613936678518</id><published>2008-06-08T14:38:00.002-07:00</published><updated>2008-06-08T14:39:26.527-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gastronomia'/><title type='text'>Gastronomia e Doçaria</title><content type='html'>GASTRONOMIA E DOÇARIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GASTRONOMIA&lt;br /&gt;PRATOS, TEMPEROS E ERVAS AROMÁTICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gastronomia do Cercal é rica e variada.&lt;br /&gt;Cozinham-se saborosos pratos típicos do Alentejo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         ensopado de borrego;&lt;br /&gt;-         feijão com couve;&lt;br /&gt;-         cozido de feijão com favas;&lt;br /&gt;-         cozido de grão;&lt;br /&gt;-         cachola frita;&lt;br /&gt;-         migas alentejanas&lt;br /&gt;-         açorda com bacalhau, poejos ou coentros;&lt;br /&gt;-         gaspacho;&lt;br /&gt;-         sopa de tomate, com toucinho frito ou com peixe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proximidade do litoral permite que se apreciem, no Cercal, variados pratos de peixe fresco, como o robalo, o sargo, o safio ou a dourada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMPEROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inúmeros dos nossos pratos mais antigos são preparados com temperos tradicionais, geralmente de confecção caseira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- banha de porco;&lt;br /&gt;- manteiga de cor;&lt;br /&gt;- pimentão da horta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERVAS AROMÁTICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ervas aromáticas são muito utilizadas na nossa gastronomia e assumem primordial importância nos temperos. A cozinha tradicional cercalence não dispensa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- coentros;&lt;br /&gt;- orégãos;&lt;br /&gt;- erva doce     &lt;br /&gt;- poejo;&lt;br /&gt;- hortelã;&lt;br /&gt;- salsa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coentros&lt;br /&gt;as folhas , de aroma intenso e penetrante, são usadas no tempero de saladas e nos pratos de legumes e aves. São indispensáveis no tempero da açorda.&lt;br /&gt;Erva-doce ou anis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semente usa-se em bolos, cremes e pastéis.&lt;br /&gt;Hortelã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usa-se na preparação do cozido.&lt;br /&gt;Há quem goste de uma folhinha para aromatizar a canja de galinha.&lt;br /&gt;Orégãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usam-se as folhas secas para temperar saladas (sobretudo de tomate),&lt;br /&gt;São indispensáveis na preparação dos caracóis.&lt;br /&gt;Poejo&lt;br /&gt;É uma variedade de hortelã; que apresenta uma folha verde-vivo, com cheiro a hortelã-pimenta, bastante intenso.&lt;br /&gt;Usa-se para temperar a sopa.&lt;br /&gt;Salsa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nossa região, consome-se a de folha plana, recortada e verde-escura, com um aroma muito forte e caules comestíveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOÇARIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cercal é terra de boa e genuína doçaria. Pode encontrar, nas nossas pastelarias e cafés:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         alcôncoras (doces de mel, azeite e canela, vendidos nos mastros, pelos Santos Populares);&lt;br /&gt;-         cachamorras (doces confeccionados com noz e canela);&lt;br /&gt;-         pastéis de batata doce;&lt;br /&gt;-         bolo de torresmos;&lt;br /&gt;-         alentejanos com doce de gila;&lt;br /&gt;-         argolinhas;&lt;br /&gt;-         filhós;&lt;br /&gt;-         folar (bolo tradicional da Páscoa);&lt;br /&gt;-         bolos de coalhada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-7368594613936678518?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/7368594613936678518/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=7368594613936678518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/7368594613936678518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/7368594613936678518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/gastronomia-e-doaria.html' title='Gastronomia e Doçaria'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-1762497460829694321</id><published>2008-06-08T14:38:00.001-07:00</published><updated>2008-06-08T14:38:35.677-07:00</updated><title type='text'>Festividades e Feiras</title><content type='html'>FESTIVIDADES e FEIRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festas de Nossa Senhora da Conceição&lt;br /&gt;Festa da Bica Santa&lt;br /&gt;Encontro de Grupos Corais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maio&lt;br /&gt;     - último sábado&lt;br /&gt;Procissão das Velas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junho&lt;br /&gt;     - dia 13   &lt;br /&gt;Festas da Rua Velha - Santos Populares&lt;br /&gt;     - dia 18&lt;br /&gt;Aniversário dos Bombeiros Voluntários&lt;br /&gt;     - dia 29&lt;br /&gt;Feira de S. Pedro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julho&lt;br /&gt;     - último fim-de-semana&lt;br /&gt;Festas da Vila&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agosto&lt;br /&gt;     - primeiro fim-de-semana&lt;br /&gt;Festas Tradicionais das Catifarras&lt;br /&gt;     - segundo fim-de-semana&lt;br /&gt;Festas de Nossa Senhora da Conceição&lt;br /&gt;     -&lt;br /&gt;Encontro de Grupos Corais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setembro&lt;br /&gt;     - segundo fim-de-semana&lt;br /&gt;Festa da Bica Santa&lt;br /&gt;     - terceiro domingo&lt;br /&gt;Feira Nova&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outubro&lt;br /&gt;     - dia 5&lt;br /&gt;Aniversário da Banda Lira Cercalense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novembro&lt;br /&gt;     - dia 1&lt;br /&gt;Feira dos Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festas de Nossa Senhora da Conceição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais festividades do Cercal, em honra de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da vila. Realizam-se anualmente, no segundo fim-de-semana de Agosto, e incluem bailes, quermesses, arraiais e procissão, que percorre as principais artérias da vila, enfeitadas com colchas que os residentes colocam nas janelas das casas, em saudação à padroeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa da Bica Santa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Festa da Bica Santa está intimamente relacionada com a lenda Mariana e com a virtude curativa das águas da fonte.&lt;br /&gt;A Festa da Bica Santa celebra-se no primeiro fim-de-semana de Setembro, partindo o cortejo automóvel junto da Igreja Matriz em direcção à Capela da Bica Santa.&lt;br /&gt;Durante a Festa, celebra-se a eucaristia e, durante a tarde, realiza-se o baile e quermesse, no terreiro junto à Capela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro de Grupos Corais&lt;br /&gt; Anualmente, em Agosto, o Grupo Coral da Casa do Povo de Cercal do Alentejo organiza um encontro de Grupos Corais das diferentes regiões do Alentejo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-1762497460829694321?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/1762497460829694321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=1762497460829694321' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/1762497460829694321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/1762497460829694321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/festividades-e-feiras.html' title='Festividades e Feiras'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5441721293911483035.post-5507328608241870131</id><published>2008-06-08T14:36:00.000-07:00</published><updated>2008-06-08T14:37:22.643-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artesanato'/><title type='text'>Artesanato</title><content type='html'>ARTESANATO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cercal mantém vivas tradições e técnicas muito antigas, que rareiam por todo o concelho e fazem desta terra um exemplo singular de autenticidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propomos-lhe uma viagem pela criatividade dos Cercalenses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARTESANATO&lt;br /&gt;Azulejaria&lt;br /&gt;Calçado&lt;br /&gt;Correaria&lt;br /&gt;Miniaturas em Movimento&lt;br /&gt;Olaria&lt;br /&gt;Trabalhos em Cortiça     -    “mochos”&lt;br /&gt;-         cocharros&lt;br /&gt;-         escultura&lt;br /&gt;Trabalhos em Madeira     - cadeiras e bancos     - esculturas&lt;br /&gt;Trapologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AZULEJARIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A azulejaria revela-se na execução de painéis, com aplicação de várias técnicas&lt;br /&gt;Isabel Ramos, artesã de profissão, executa com saber e prazer painéis de azulejos, com recurso às técnicas mais difíceis, como o enchimento e a escavagem.&lt;br /&gt;Dedica-se também a aplicar os azulejos que pinta em diversas peças de uso quotidiano, como tabuleiros, caixas, mesas ou carros de chá.&lt;br /&gt;Os trabalhos desta artista são executados, expostos e vendidos na sua loja, no Largo dos Caeiros,76&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALÇADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua oficina da Sonega, Francisco Rosalino Guerreiro fabrica botas caneleiras, as tradicionais botas alentejanas, cada vez mais procuradas, porque aliam conforto e resistência.&lt;br /&gt;As botas são criadas por encomenda, e moldadas ao pé do seu futuro propretário.&lt;br /&gt;Uma visita à oficina da Sonega deixá-lo-á familiarizado com esta arte e com as múltiplas ferramentas tradicionalmente utilizadas na confecção do calçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREARIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cercal tem tradição em trabalhos de correaria, de que o seu representante é, actualmente, o artesão Francisco Pires Godinho.&lt;br /&gt;Das mãos deste artista saem carteiras, sacos, pastas, cartucheiras, cintos e outras peças que a imaginação lhe dita e a perícia executa, num esforço permanente de adaptação aos gostos de uma clientela tradicional e às exigências mais práticas dos novos clientes.&lt;br /&gt;A sua oficina/loja está aberta ao público, na Rua Teófilo Braga, 102, onde se pode apreciar ao vivo o seu trabalho e adquirir as suas peças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MINIATURAS  EM MOVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artesanato em movimento alia a reprodução em miniatura dos objectos à atribuição de vida, através da utilização de mecanismo eléctrico.&lt;br /&gt;É na Aldeia do Cano, a poucos quilómetros do Cercal, que Armindo Ramos Lacerda constrói habilidosamente as suas miniaturas.&lt;br /&gt;Os seus trabalhos são geralmente representações de profissões rurais ou de actividades relacionadas com a agricultura e o Alentejo.&lt;br /&gt;Através de um mecanismo eléctrico inventado por si, tudo funciona, desde o tirador de cortiça que trabalho com o seu machado, à padeira que põe o pão no forno, aos ciclistas que vão em corrida ou ao toureiro que se encontra na praça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLARIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Loução de Matos, filho e neto de oleiros, cedo aprendeu esta arte. Depois deixou-a e seguiu outra via profissional, mas nos últimos anos tem-se dedicado inteiramente ao barro, criando peças tradicionais de carácter utilitário, de que se destacam infusas, panelas, tabuleiros, assadores, alguidares, potes, quartas e palmatórias, que molda na sua roda de oleiro e que ele próprio coze, no forno que recuperou dos seus antepassados.&lt;br /&gt;Nos últimos vinte anos, António Matos tem participado em inúmeros feiras de artesanato, onde leva as suas demonstrações de olaria ao vivo.&lt;br /&gt;Os seus trabalhos, mais tradicionais, ou mais adaptados ao sabor dos tempos e dos gostos, estão expostos na sua loja, na rua 25 de Abril, 24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRABALHO EM CORTIÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joaquim Martins dos Santos dedica algum tempo à elaboração de “mochos”&lt;br /&gt;Os mochos são bancos tradicionais alentejanos, de assento redondo ou quadrado, sem qualquer encosto, e para uma só pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É em Vale Manhãs-Tanganheira que Manuel Jacinto fabrica e vende os “cocharros” de diferentes tamanhos.&lt;br /&gt;Os cocharros são utensílios que se usam para beber água, e que actualmente servem também para fins decorativos. Antigamente, eram acompanhavam os trabalhos do campo e era vulgar encontrá-&lt;br /&gt;-los junto aos poços e às fontes, disponíveis para dar de beber a qualquer pessoa.&lt;br /&gt;Diz a tradição que a água é mais fresca e saborosa, quando bebida por este copo que mais parece uma colher.&lt;br /&gt;Cada cocharro é esculpido a partir de um fragmento de cortiça, desde que este que tenha uma concavidade correspondente a um nó da árvore de onde foi retirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cortiça é também um material que se utiliza para a escultura. Com pedaços de cortiça previamente cozida, António Jorge de Sousa esculpe laboriosamente, a canivete, as suas elaboradas peças de escultura: quadros, flores ou animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRABALHO EM MADEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Francisco Gonçalves dedica-se ao fabrico de cadeiras em madeira de castanho, com fundo em madeira ou empalhado.&lt;br /&gt;Trabalha a madeira com a maior das perfeições, com um torno eléctrico por ele inventado a partir de uma máquina de costura antiga, à qual aplicou um motor. Inventou também uma outra máquina, para apoiar a madeira, e que é a sua “ajudante”, na oficina da Fonte Santa de Baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Albino expõe na sua taberna, na Portelinha – Aldeia do Cano, as reproduções etnográficas,  miniaturas em madeira de choupo, que executa laboriosamente com pequenas ferramentas e, sobretudo, com o seu canivete. As suas esculturas são inspiradas no trabalho do campo: as carroças e carretas, os animais, as alfaias agrícolas e as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também José Manuel da Luz é um artista que se dedica a esculpir pequenos objectos em madeira. A sua escultura reproduz a vida quotidiana no meio rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joaquim Augusto, da Sonega, fabrica bancos e cadeiras em madeira de choupo ou laranjeira, com assento empalhado em corda; além disso, das suas mãos saem colheres de pau, que vende ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRAPOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma arte de embelezamento do lar.&lt;br /&gt;Consiste no aproveitamento de excedentes de tecidos, para produzir tapetes, almofadas, colchas, bolsinhas, talegos e outros acessórios domésticos.&lt;br /&gt;Angelina da Silva Fernandes, residente na Tanganheira, dedica os seus tempos livres a criar estas peças, que vai pacientemente compondo, pela junção dos pedacinhos de tecido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5441721293911483035-5507328608241870131?l=cercalense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cercalense.blogspot.com/feeds/5507328608241870131/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5441721293911483035&amp;postID=5507328608241870131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/5507328608241870131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5441721293911483035/posts/default/5507328608241870131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cercalense.blogspot.com/2008/06/artesanato.html' title='Artesanato'/><author><name>Cercalina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14838395926480852074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
